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20 de set. de 2012

TURMA DO BEM: TÁ RINDO DE QUÊ?? - FÁBIO BIBANCOS

 Resgatar a dignidade humana especialmente de mulheres, crianças e adolescentes é uma atitude que merece ser aplaudida de pé.  
Um projeto humanitário permeado de delicadeza, amor e respeito. Parabéns!!





4 de jul. de 2012

LEANDRO KARNAL


Professor na UNICAMP na área de História da América, possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1985) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1994).

É autor dos livros: Teatro da Fé (Editora Hucitec); História na Sala de Aula (Editora Contexto) e Estados Unidos - a formação da nação (Editora Contexto).

Foi curador de diversas exposições e colaborou na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.



17 de jun. de 2012

THE CORPORATION - DOCUMENTÁRIO (Legendado)

De todas as formas apresentadas no documentário, acredito que uma das mais danosas seja a manipulação genética que vem sendo praticada em larga escala.

Tudo está conectado e a tal "agenda" que tanto se fala atualmente, nos força a ter uma visão mais expandida, onde a responsabilidade sobre nossas escolhas bate a porta.

O autismo é, por conceito: um estado mental caracterizado pela tendência a alienar-se do mundo e ensimesmar-se. Como espécie (humana) precisamos sair desse torpor autista a que fomos induzidos.

É Tempo de Despertar! 

O Agora é o Tempo da Consciência, da ação pautada em coragem e sabedoria para se realizar as mudanças necessárias... em si e no mundo.

Esse cenário atual trás consequências que já estão afetando e que irão afetar a todos... e por muitas gerações!
    

17 de mar. de 2012

INÍCIO DE UMA COMUNICAÇÃO




A comunicação é uma arte que se aperfeiçoa através da consciência do valor de cada mensagem. 

OS FALCÕES DE NOSSAS VIDAS

Conta a lenda que certa manhã o guerreiro mongol Gengis Khan e sua corte saíram para caçar. 
Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava seu falcão favorito no braço, que era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir aos céus e ver tudo aquilo que o ser humano não consegue ver.
Entretanto, apesar de todo o entusiasmo do grupo, não conseguiram encontrar nada.
Decepcionado, Gengis Khan voltou para seu acampamento, mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho. 
Tinham permanecido na floresta mais tempo que o esperado e Khan estava morto de cansaço e de sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos, não conseguia encontrar nada para beber até que viu um fio de água descendo de um rochedo a sua frente.

Na mesma hora, retirou o falcão de seu braço, pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo, demorou um longo tempo para enchê-lo e, quando estava preste a levá-lo aos lábios, o falcão levantou vôo e arrancou o copo de suas mãos, atirando-o longe. Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez estivesse também com sede. Apanhou o cálice, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. Com o copo pela metade, o falcão de novo atacou-o, derramando o líquido.

Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, já que alguém podia estar assistindo a cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.

Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo - mantendo um olho na fonte e outro no falcão. Assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou vôo e veio em sua direção. Khan, em um golpe certeiro, atravessou o seu peito.
O fio de água havia secado. Decidido a beber de qualquer maneira, subiu o rochedo em busca da fonte.

Para sua surpresa, havia realmente uma poça d'água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da região.
Se tivesse bebido a água, já não estaria mais no mundo dos vivos. Khan voltou ao acampamento com o falcão morto em seus braços.
Mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou nas asas: 

"Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso".

Ao longo da vida muitas lições nos são infringidas, visando o aperfeiçoamento, o ampliar de nossa capacidade de discernimento, compaixão e sabedoria. Entre elas, o lidar com o nosso orgulho e vaidade.

... não critique - ampare
... não tema - compreenda
... não resista - ame !

19 de out. de 2011

O BENEFÍCIO DA GENTILEZA


Conta-se a história de um empregado em um frigorífico da Noruega, que certo dia ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica.

Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável, quando, de repente a porta se abiu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.

Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
- Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho.

Ele explicou:

- Trabalho nesta empresa há muitos anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.

- Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei...
Enviado por Carlos Humberto Soares Jr. - A Paz começa comigo

29 de ago. de 2011

A INFLUÊNCIA OCULTA DAS REDES SOCIAIS por Nicholas Christakis - TED



As redes sociais, atualmente, são parte inerente do dia a dia de todos. Acredito que a mensagem principal dessa apresentação seja:

1- Estamos todos conectados;
2- Aproveitar o tempo que se emprega transitando pelas redes sociais para otimizar laços, cuidar do conteúdo das mensagens postadas e, principalmente, agregar valor as mesmas.


11 de ago. de 2011

PROJETO: O RENASCIMENTO MORAL DO MUNDO


1 Milhão de Crianças cantam na Tailândia: Mudemos o Mundo!
Segurando uma imagem de Buddha nas mãos, Um Milhão de crianças cantam “Change The World” juntas pela Paz no Mundo!!! Um poder incrível que transforma uma música em um verdadeiro mantra.

Imagine um milhão de vozes em coro cantando a Paz???
Imagine a egrégora que isso forma no planeta!!!
E não bastasse toda a emoção, ao final cantam a frase “Vamos nos unir para mudar o mundo” em vários idiomas (Francês, Espanhol, Chinês, Russo, Árabe, Hebraico, Alemão, Japonês, Tailandês e Português).

Segundo a organização deste feito histórico “… esta iniciativa faz parte do Projeto inédito “O Renascimento Moral para o Mundo” quando mais de 1.000.000 de crianças se reuniram no Templo Dhammakaya na Tailândia, para ‘compartilhar boas ações’ por um mundo de Paz e fazer ‘a promessa’ e ‘assumir’ o compromisso de serem líderes virtuosos.”

O Renascimento Moral para o Mundo

Este projeto inédito para o Renascimento moral do mundo foi criado e iniciado pelo Venerável Phrarajbhavanavisudh (Luang Phor Dhammajayo), O Abade de Wat Phradhamakaya.
Seu principal objetivo é levar para casa a importância de cultivar um profundo senso de certo e errado e incutir nas mentes dos jovens ao redor do mundo, uma consciência inabalável de orientação e apreciação dos valores eternos e morais que podem orientar e preservá-los durante toda a vida.
Esta tomada de consciência profunda pode ser alcançada na vida dos jovens de hoje por uma formação contínua e a criação de novos hábitos positivos em uma base diária. Esses hábitos baseados em sólidos ensinamentos morais e éticos automaticamente geram bons pensamentos, bom discurso e boas ações que beneficiam não apenas o indivíduo, mas
toda a sociedade e o mundo!"


Composta por Howard McCrary
Lyric pelo abade do Fundação Dhammakaya
Arranjo por McCrary Howard
Produtor: Chan Ivy

3 de ago. de 2011

OS FIOS DA NOSSA VIDA - SONIA WEIL


"Toda vez que amamos uma pessoa lançamos, por assim dizer, um fio de nossa energia sobre ela, o que cria uma conexão viva entre os dois campos vibratórios, mesmo à distância. Dessa forma, sentimos quando ela não está bem ou quando pensa em nós intensamente.

Projetamos esse fio de conexão também sobre os amigos, as pessoas que gostamos, os projetos que temos; toda vez que nos identificamos com alguém e alguma coisa, lançamos nela uma parte de nossa energia, criando o vínculo.

Da mesma forma, quando odiamos alguém ou temos medo de algo, também nos ligamos energeticamente, mesmo sem querer. Quantas vezes ouvimos falar de pessoas que durante anos e anos ficaram presas entre si pelo ódio, sempre realimentado, sem conseguir seguir adiante na sua vida...

As situações mal resolvidas no passado formam muitas vezes uma rede de fios que carregamos nas costas (à imagem dos cães que arrastam na neve os trenós nos países gelados ) – continuamos arrastando as lembranças e culpas pela vida afora - e empenhando tanta energia nisso que pouco sobra para estarmos disponíveis para o presente. Ficamos, literalmente, amarrados ao passado.

Vivemos, assim, em meio a uma rede de fios que nos liga às pessoas, situações, ideais, medos, lembranças e esperanças.

Esse vínculo pode ser muito prazeroso em certas situações, como quando amamos; mas quando o contato termina, muitas vezes sentimos que uma parte de nós ficou com o outro. Embora estejamos nos referindo aos sonhos e expectativas, isso ocorre realmente em termos energéticos.

É necessário puxar o fio de volta, resgatar a energia que ficou projetada sobre o outro, e Integrá-la novamente em si mesmo. Voltar a estar inteiro.

O perdão é uma forma de fazer isso. Ao perdoar o outro, abrimos mão de toda expectativa lançada sobre ele e com isso trazemos de volta toda a nossa energia que com ele estava – seja sob a forma de amor, mágoa, raiva ou desejo de vingança. Ao liberar o outro, nos libertamos também.

Da mesma forma, ao resolvermos internamente alguma situação do passado - aceitando as coisas da forma como aconteceram, mesmo que não tenha sido da maneira como esperávamos - recebemos de volta a energia lá investida e que até aí estava paralisada.

Ao fazer isso, fecha-se a brecha, e nos tornamos mais completos novamente. O que o outro faz não nos afeta mais. O que aconteceu é passado. Nos tornamos mais atentos ao presente. “E, principalmente, mais disponíveis para a vida.”